Geografia: Geografia Física

 

Relevo: formação

  • Fatores internos / endógenos
    • Interno à crosta terrestre / tectonismo
    • Grandes formas de relevo
    • Fatores para erguer o relevo
    • Fatores externos / exógenos
      • Intemperismo
        • Químico: alteração da estrutura química
        • Físico: desagregação mecânica da formação rochosa
  • Fatores de modelagem

Brasil

Estrutura

  • Antiga (pré separação continental): 600 milhões ~ 2 bilhões de anos
  • Relevo altamente desgastado
  • 99% até 1200 metros
  • 1 ponto > 3000 metros é o Pico da Neblina

Classificações

  • 1963: Aziz Ab’Saber
    • Planícies
    • Planaltos
    • 10 unidades de relevo: 7 planaltos e 3 planícies
    • 1991: Jurandyr Ross
      • Planícies: plana, em baixa altitude
      • Planaltos: ‘ondulada’, em alta altitude
      • Depressões: 2, sendo 1 absoluta (abaixo do nível do mar)e 1 relativa (interplanáltica)

Estrutura geológica

. Escudos cristalinos: representam ~36% do território brasileiro (solidificação do magma) -> escudo das Guianas, escudo brasileiro e 8 núcleos.

-> Exploração de recursos minerais: concentração nas áreas cristalinas

. Quadrilátero ferrífero (MG): jazidas de ferro; é delimitado pela Bacia do rio das Velhas e pela Bacia do Rio Doce. Investimento em ferrovia (Vitória-Minas)

. Província mineral de Carajás (PA): minério de ferro; Cia Vale do Rio Doce – substitui a US Steel; ferrovia Carajás até Maranhão para escoar a produção; em Tucuruí se dá o processamento de minérios.

. Vale do Rio Trombetas (PA): bauxita para alumínio.

. Serra do Navio (AP): manganês para aço; foi uma cidade monofuncional e as empresas já saíram.

. Maciço do Urucum (MS): Corumbá -> manganês e ferro; licenciamento ambiental é grave; drenar em direção ao pantanal;

. Rondônia: cassiterita

. Roraima: metais preciosos / ouro; área de reservas indígenas.

Urânio

  • Caetité (BA): escoada por Salvador -> exportação para o Canadá
    • Poços de Caldas: desativada
    • Santa Quitéria (CE)
      • 6ª maior reserva de urânio no mundo
      • Brasil não tem escala de produção suficiente para a produção interna

Bacias sedimentares

Hidrocarbonetos

  • Petróleo, gás e carvão;
  • Resultado de dependência de matéria orgânica; sob altas temperaturas;
  • Década de 1930: petróleo na bacia do Recôncavo (bacia continental)
  • Década de 1960: mudança no planejamento
    • 1961: Relatório Link
      • Reduzir investimento e voltar-se para o processamento
      • Tentar achar petróleo na plataforma continental

Problemas para exploração de petróleo

  • Tecnologia
  • Falta de conhecimento da plataforma continental

1968: Campo de petróleo (Alagoas/Sergipe)

1974: Mega reservas na Bacia de Campos

  • Mudança no planejamento;
  • Redução de importação de petróleo

Bacia de Santos e do Espírito Santo (pré-sal)

Gás natural: Campo de Urucu (AM) e Bacia do Parnaíba (sedimentar)

Carvão mineral: Santa Catarina (Criciúma e Uruçanga) / Rio Grande do Sul (Santa Terezinha)

 

Hidrografia

baciashidrograficas

Bacias Bacia do Amazonas Bacia do Tocantins-Araguaia Bacia do São Francisco Bacia do Paraná Bacia do Paraguai-Uruguai
Potencial Energético . 1ª em potencial (volume de água);

. 4ª em aproveitamento

. Fracasso energético e ambiental

Usinas (1ª geração):

. Coaracy Nunes (AP);

. Curuá Nuna (PA);

. Samuel (RO);

. Balbina (AM);

Usinas (2ª geração):

. Sto Antônio Jirau (RO);

. Belo Monte (PA);

. Tapajós (PA).

. 3ª em potencial energético;

. 3ª em aproveitamento;

 

Usinas:

. Hidrelétrica de Tucuruí;

. Hidrelétrica de Estreito.

. 4ª em potencial energético;

.2ª em aproveitamento;

 

Usinas:

. Complexo de Paulo Afonso;

. Xingó;

. Sobradinho;

. Três Marias (saturação) – PAC tem projetos menores, mas não tem como crescer;

 

— Complementariedade com a Bacia do Parnaíba.

. 2ª em potencial energético;

. 1ª em aproveitamento;

 

Usinas:

. Itaipú (maior usina das Américas);

Usinas:

. Usina de Garabi (BR-ARG).

Navegabilidade . Hidrovia do Madeira;

. Hidrovia do Tapajós / Teles Pires (grãos de soja para Bacia do Amazonas e para fora);

. Agropecuária avança para cima/norte.

. Eclusa de Tucuruí (chega em Belém; escoamento da produção para o norte). . Rio da integração nacional (passado, hoje está comprometido por conta da seca, da transposição e da revitalização). . Principal hidrovia: Tietê-Paraná (investimentos no período FHC);

É a hidrovia do Mercosul, uma vez que chega até o Prata.

. IIRSA: Hidrovia Paraguai-Uruguai.

 

Clima

Fatores explicativos

Tempo (momentâneo) x Clima (sucessão de médias) = regime climático (modelo)

Latitude

  • Temperatura: ângulo de incidência dos raios solares
  • Sazonalidade: variação das estações do ano (perpendicularidade)

Altitude

  • Temperatura: reflexão do calor

Massas de ar: podem mudar a umidade do ar

  • Quentes
  • Frias (polar)

Correntes marítimas

  • Aumentar a evaporação (quente)
  • Precipitação da umidade (fria) -> corrente de Humboldt

Continentalidade (maior) e maritimidade (menor)

  • Duas dinâmicas
    • Verão
      • Massa Equatorial Continental
      • Massa Equatorial Atlântica
      • Massa Polar Atlântica
  • Inverno
    • Litorânea: avança primeiro pelo litoral, chuva frontal
    • Resfriamento acentuada: avança, depois, pelo sul e pelo sudeste
    • Friagem: norte e nordeste

Regimes climáticos no Brasil

clima

Equatorial

  • Pouca variação de chuva e de temperatura;
  • Não há delimitação entre estações (influência da latitude -> Amazônia)
  • Média térmica: 28º C
  • Média pluviométrica: >200mm/3500mm
  • Baixa amplitude térmica: 3º C

Tropical Típico/Continental/Interior

  • Cerrado
  • Sazonalidade marcada por duas estações: verão chuvoso, quente e úmido e inverno seco
  • Atuação da massa equatorial continental
  • Média térmica: 21º C
  • Média pluviométrica: 1500mm
  • Amplitude térmica: 7º C

Tropical semi-árido

  • Estação seca mais prolongada
  • A barreira é atmosférica, o semi-árido é uma região de alta pressão
  • Acumulação de umidade na Zona de Convergência Intertropical (ZCIT)
  • Média térmica: 25º C
  • Média pluviométrica: 750mm -> 300mm
  • Amplitude térmica: 9º C

Tropical litorâneo / Atlântico / Úmido

  • Não tem estação seca
  • Média térmica: 22º C
  • Média pluviométrica: 2000mm -> 4000mm
  • Amplitude térmica: 4º – 5º -> maritimidade

Tropical de altitude: temperatura

  • Serras do sudeste
  • Média térmica: 18º C

Subtropical úmido

  • Regime que mais se aproxima do modelo de 4 estações (faixas temperadas)
  • Latitude mais alta
  • Não há estação seca
  • Massas de ar polar atlântica
  • Média térmica: 18º C
  • Média pluviométrica: 1000mm
  • Amplitude térmica: 11º C

Vegetação

mapa-vegetacao-brasil

Formações arbóreas (florestais)

  • Floresta latifoliada equatorial (Amazônica)
  • Floresta latifoliada tropical (Mata Galeria)
  • Floresta latifoliada tropical úmida de encostas (Mata Atlântica)
  • Mata dos Cocais
  • Floresta Aciculifoliada (Araucárias)
  • Formações arbustivas e herbáceas
    • Cerrado
    • Caatinga
    • Campos ou Pradarias
    • Formações complexas
      • Pantanal (área de transição)
      • Vegetação litorânea

Domínios morfoclimáticos do território brasileiro

Domínio Amazônico

  • Terras baixas, florestas equatoriais
  • Área original: 3 milhões e meio de km²
  • 18% de área original desmatada (~800km);
  • Nos últimos 40 anos à ocupação da Amazônia; Nos últimos 20 anos à avanço da fronteira agropecuária;
    • Desmatamento / Atividade agropecuária = arco de fogo (técnica de queimada para abertura da lavoura);
    • Para Bertha Becker o desmatamento representa-se por meio de eixos de desmatamento (eixos viários e rodoviários) e não arco de fogo. São áreas diferentes. Eixos:
      • Soja: avanço pela BR 364 (Cuiabá – Porto Velho); projeto da IIRSA
      • Pecuária: avanço pela BR 163 (Cuiabá – Santarém)
      • Acre: política mais avançada: ZEE (zonas ecológicas econômicas); já tem um ZEE pronto;
      • Integração com outros modais de transporte, como hidrovias, para evitar impactos ambientais severos (pavimentação da BR 319);
      • Avanço da pecuária dá-se aos saltos: há perda de diversidade e há perda da erosão do solo à resultado: degradação das áreas de pastagens; tem como recuperar a terra, mas o Brasil abre novas pastagens;
      • Implementar um plano mais efetivo para a Amazônia
      • Extrativismo madeireiro:
        • Generalizado: expansão de produção de carvão vegetal à processamento mineral do Pará
        • Seletivo: geralmente ilegais
        • Mineração:
          • Industrial
          • Garimpo
            • Ambos geram impactos, tais como: erosão do solo decorrente do escavamento, contaminação (solo e recursos hídricos)

Vegetação

  • Maior corpo florestal contínuo do planeta
  • 3 ambientes
    • Mata de Igapó: áreas permanentemente alagadas
    • Várzea: áreas periodicamente alagadas
    • Terra firme: não passa por alagamento
    • Biodiversidade absoluta: é a maior do mundo
    • Biodiversidade relativa: não é a maior do mundo por conta do número de espécie por área

Hidrografia

  • Maior bacia hidrográfica do mundo: Rio Amazonas
  • Drena 20% da água doce da superfície do planeta
  • Divisores de água
    • Oeste: Andes
    • Norte: planalto das Guianas
    • Sul: planalto brasileiro

Relevo

  • Planícies pluviais (formada pelo rio Amazonas)
  • Terraços pleistocênicos (sedimentação)
    • Relevo que sobra, sedimentar
    • Período da pleistocena
    • Planaltos baixos (100m de altitude)
    • Depressões interplanálticas

Solo

  • Latossolos: solo largo
  • Lixiviação: lavagem que carrega os nutrientes do solo
  • Ciclagem de nutrientes: a própria matéria que sustenta a formação. Desmatamento interrompe a ciclagem de nutrientes, elimina a camada A -> efeito splash: solo torna-se infértil

Domínio dos mares de morro

  • Áreas mamelonares tropical-atlânticas florestadas
  • Domínio mais devastado no Brasil à 93 a 95% de área original desmatada
  • Ocupação do país: agricultura, desmatamento, urbanização
  • Impactos ambientais urbanos
    • Resíduos sólidos domésticos (lixo); problema quantitativo (produz-se cada vez mais lixo) e qualitativo (produz-se cada vez mais materiais de difícil decomposição)
    • Destinação: vazadouros a céu aberto (lixões) e vazadouros em áreas alagadas
    • Risco de contaminação: chorume
    • Alternativas:
      • Aterros sanitários
      • Reciclagem
        • Plástico Pet: 50% de reciclagem, um dos países que mais recicla
        • Alumínio: 96% de reciclagem
        • Vidro: 40% de reciclagem
        • Papel: 33% de reciclagem
        • Impactos ambientais urbanos
        • Resíduos líquidos
          • Precariedade da estrutura de saneamento básico->à baixo alcance da rede coletora -> pouco tratamento dos resíduos líquidos
        • Municípios com rede coletora e que realizam tratamento:
          • Norte: 8% e 2%
          • Nordeste: 26% e 4%
          • Sudeste: 90% e 15%
          • Sul: 40% e 7%
          • Centro-Oeste: 12% e 4%
          • Desperdício
            • Menos desperdício: Brasília, São Paulo
            • Mais desperdício: Norte e Nordeste
        • Resíduos gasosos
          • CHCs e CFCs (camada de ozônio e efeito estufa) / Monóxido CO e Dióxido de Carbono CO2 / Dióxido de enxofre SO2 – Chuvas ácidas
        • Impactos climáticos
          • Ilhas de calor: desconforto térmico, zona de baixa pressão, convergência de circulação, dificuldade de dispersão, concentração de umidade (índice pluviométrico mais intenso)
          • Inversões térmicas: alta concentração de poluentes dificulta a circulação do ar (ar pesado não sobe e não desce)
        • Impactos hidrológicos
          • Impermeabilização do solo: potencialidade de alagamentos à esgotos para absorver
          • Retificação de canais fluviais: interromper a dinâmica do rio, causa açoreamento

Vegetação

  • Mata Atlântica: floresta de florestas
  • Diferenças com a Amazônia
    • Interiorização do Sudeste (Norte-Sul)
    • Amazônia: distribuição leste-oeste
      • Mais variações climáticas -> vegetação

Relevo

  • Formação de morros em meia-laranja (baixos e arredondados)
  • Planície litorânea
  • Serras
  • Planaltos

Hidrografia

  • Bacias planálticas (quedas mais extensas de água)

Solo

  • Processo de ciclagem de nutrientes em latossolos
  • Massapê -> avicultura
  • Terra roxa -> café
  • Extensão: 1,2 milhão de km²

Domínio da Caatinga

  • Domínio das depressões intermontanas e interplanálticas semi-áridas do Nordeste
  • 50% da área desmatada
  • Agricultura tradicional
    • Retira vegetação original
    • Pequena pecuária (sobretudo de caprinos)
      • Retira a vegetação original
      • Erosão do solo
        • Solo frágil; pode conduzir à arenização (retirada de sua cobertura mais superficial, de baixa fertilidade à risco de desertificação, arenização com déficit hídrico)
        • Desertificação (Wikipedia): No Brasil, as áreas suscetíveis à desertificação são as regiões de clima semiárido ou subúmido seco, encontrados no Nordeste brasileiro e norte de Minas Gerais. Situam-se nesta região suscetível 1201 municípios, numa área de 1.130.790,53 km², 710.437,30 km² (62,8 %) de clima semiárido e 420.258,80 km² (37,2 %) de clima subúmidos secos. São quatro os núcleos de desertificação intensa, que abrangem uma área de 18.743,5 km2: Gilbués-PI, Irauçuba-CE, Seridó-RN e Cabrobó-PE. O semi-árido brasileiro também apresenta em 10% de sua área processos graves de desertificação. Para combater estes efeitos foi criado o Programa de Ação Nacional de combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca (PAN), sob coordenação da Secretaria de Recursos Hídricos do Ministério do Meio Ambiente. O programa envolve poderes públicos e a sociedade civil para definir diretrizes e ações para combater e prevenir a desertificação no país. Em julho de 2008 foi criada a Comissão Nacional de Combate à Desertificação,[5] coordenada pelo Ministério do Meio Ambiente, com a função de estabelecer estratégias de combate à desertificação e mitigar os efeitos da seca, bem como implementar os compromissos assumidos pelo Brasil na Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca, promulgada pelo Decreto nº 2.741, de 20 de agosto de 1998. A Comissão é de caráter interministerial e conta com membros do Ministério da Integração Nacional, do Ministério do Planejamento, Ministério das Relações Exteriores, Ministério da Educação e Ministério das Cidades.
        • Extrativismo madeireiro;
          • Produção de carvão vegetal: disponibilidade de matéria-prima, de mão de obra;
          • Produção de lenha: ainda é matriz energética doméstica importante
          • Agricultura irrigada
            • Vale do São Francisco
            • Risco de salinização do solo; alta capacidade de evaporação do solo poroso; deve haver cuidado no manejo da água nos solos.

Vegetação

  • Caatinga
  • Estratégias adaptativas para a estação seca
  • Xeromórifcas / Xerófitas: camada grossa em formato de espinho para retenção de líquidos
  • Arbustos lenhosos
  • Caducifólia (perda de folhas)

Hidrografia

  • Rios intermitentes: secam de acordo com o clima
  • Rio perene: São Francisco, que passa por regiões semi-áridas
  • Canais rasos: interrompe a escultura do canal
    • Impactos
      • Inundação
      • Agricultura de vazante: gênero de consumo interno; insegurança alimentar

Solos

  • Rasos
  • Arenosos: mais poroso -> dificuldade de retenção de umidade
  • Bom teor de nutrientes

Relevo

  • Depressões
  • Serras
  • Planaltos

Domínio Cerrado

  • Área: 1,7 milhão de km²
  • Domínio dos chapadões tropicais interiores com cerrado e floresta galeria
  • 50% da área desmatada; ~1 milhão de km2
  • Avanço da agricultura moderna
    • Desmatamento
    • Homogeneização (eliminar a biodiversidade, trocar por apenas 1 espécie) : ela aumenta a suscetibilidade a pragas à maior uso de defensivos químicos e fertilizantes químicos; risco de contaminação na água de superfícies, no solo
    • Queimadas induzidas

Vegetação

  • Cerrado
    • Campos limpos: gramíneas (mato alto) / herbácea
    • Campos sujos: arbustivas pequenas e espaçadas
    • Campos cerrados (stricto senso): formação arbustivas maiores e mais frequentes
    • Cerradões: arbustiva / arbórea
    • Floresta galeria: entorno dos cursos fluviais

Relevo

  • Planalto com topo achatado / aplainado
  • Depressões

Hidrografia

  • Bacias planálticas

Solos

  • Latossolo
    • Lixiviação
    • Laterização: emergência de certos minerais / oxidação desses minérios / acidez do solo

Vegetação

  • Raízes profundas: alcançar água / Queimadas: sobrevivência para as formações de grande porte

Domínio das Araucárias

  • Domínio dos planaltos meridionais com araucárias
  • Área: 4000 mil km²
  • Domínio mais devastado no Brasil à 95 a 97% de área original desmatada
  • Agricultura colonial:
    • Os projetos coloniais (séculos XIX e XX) para construir as casas dos colonos
    • Agricultura comercial
    • Indústria moveleira
    • Indústria de celulose

Solo

  • Terra roxa: derrames basálticos

Domínio dos Campos ou Pradarias

  • Domínio das Coxilhas subtropicais com pradarias mistas
  • Área: 80mil km²
  • Pecuária
    • Compactação do solo decorrente de pisoteamento, que reduz a capacidade de drenagem e penetração; aumenta a erosão e a perda de fertilidade do solo
    • Risco de arenização, não desertificação, pois não há déficit hídrico

Relevo

  • Coxilhas: encostas suaves

Vegetação

  • Gramíneas

Solo

  • Arenoso
  • Pecuária

Faixas de transição

  • Mata de Cocais: Caatinga e Amazônia
  • Agreste: Morros e Sertão
  • Pantanal: nenhum, reúne características de outros domínios
Anúncios

Uma resposta para “Geografia: Geografia Física

  1. Pingback: Edital de Geografia: Resumos & Fichamentos | Internacionalista·

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s