Seleção de Notícias #6: Semana 05/04 a 12/04

Por Rafaela Marinho*

Screen Shot 2015-03-16 at 10.01.04 AM
Esta seleção de notícias é realizada pela ferramenta de fichamentos do Clipping CACD e pelo Clipping de Notícias diário da plataforma. Esta seleção não pretende abranger ou esgotar a totalidade de assuntos e de fontes relevantes na atualidade para os estudos ao CACD. É importante manter uma leitura própria dos assuntos pertinentes.

150411231613_obama_raul_handshake_624x351_afp

Foto: Google Imagem


BRASIL

Em nota publicada pelo Ministério das Relações Exteriores do Brasil, foi anunciado que o Brasil decidiu negociar um Acordo Marco de Cooperação com a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). O Acordo permitirá aprofundar e sistematizar o relacionamento com a OCDE e estabelecer uma base jurídica única para as contribuições financeiras aportadas pelo Brasil em contrapartida de sua participação nas várias instâncias da Organização.

VII Cúpula das Américas

Na sexta (10/04) e no sábado (11/04), no Panamá, 35 países americanos debateram ações de cooperação para o desenvolvimento e a inclusão social dos povos do continente na VII Cúpula das Américas, que teve o tema “Prosperidade com Equidade: o desafio de cooperação nas Américas”.

EUA E CUBA NA CÚPULA:

Na quarta (08/04), o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e o presidente de Cuba, Raúl Castro, conversaram por telefone, um dia antes de embarcarem para o Panamá. Essa foi a segunda conversa em mais de 50 anos entre os mandatários cubano e americano.

Na quinta (09/04), o secretário de Estado dos EUA, John Kerry, e o chanceler cubano, Bruno Rodríguez, no Panamá, encontraram-se um dia antes do início da Cúpula das Américas. Nesse mesmo dia, antes de viajar ao Panamá, Barack Obama foi à Jamaica, para reunião com os países da Comunidade do Caribe na qual a questão energética foi o tema central.

Também na quinta (09/04), o departamento de Estado recomendou a retirada de Cuba da lista de países que supostamente financiam o terrorismo, um dos passos necessários para a normalização diplomática bilateral.

Vale lembrar: Ao anunciar, em 17 de dezembro do ano passado, o início da aproximação com Havana, Obama tinha pedido ao departamento de Estado que revisasse a presença de Cuba na lista, segundo a legislação vigente. Um dos objetivos imediatos da agenda de aproximação é o restabelecimento dos laços diplomáticos e a abertura das embaixadas. No momento, Havana e Washington têm Seções de Interesses, um status diplomático excepcional que os dois países mantêm nas duas capitais desde 1977, sob os auspícios da Suíça.

 Kerry

No sábado (11/04), ocorreu o histórico primeiro encontro entre os presidentes, desde antes da Revolução Cubana de 1959. Obama e Castro prometeram dialogar e cooperar, apesar das divergências que os separam. A reunião entre os líderes aconteceu em paralelo à cúpula, primeira com a participação de um presidente da ilha comunista, que foi suspensa da Organização dos Estados Americanos (OEA), em 1962. O encontro durou cerca de uma hora e eles conversaram por meio de intérpretes.

Atenção: Apesar do encontro histórico, Obama ainda não anunciou a retirada de Cuba da lista dos países que patrocinam o terrorismo. Havia a expectativa de que esse anúncio fosse feito durante a cúpula. Além disso, o embargo econômico a Cuba também permanece.

O que o presidente norte-americano, Barack Obama, disse?

Obama defendeu o abandono da “ideologia” e disse não estar interessado em reviver batalhas que começaram antes de seu nascimento, em referência à Guerra Fria.

“Agora estamos em condições de avançar em direção ao futuro e abandonar circunstâncias do passado que dificultavam o diálogo entre nossos países.”

“Com o tempo, será possível virar a página e desenvolver uma nova relação entre nossos países. Nós concluímos que podemos discordar em um espírito de respeito e civilidade.”

“Nós continuaremos a manifestar nossas preocupações em relação à democracia e aos direitos humanos. E como vocês ouviram no apaixonado discurso do presidente Raúl Castro, eles continuarão a expressar preocupações em relação à política dos EUA.”

O que o presidente cubano, Raúl Castro, disse?

Raúl afirmou que os países das Américas podem se unir no combate ao terrorismo, ao narcotráfico e ao crime organizado “sem divisões políticas”. Raúl também usou a primeira parte do discurso no evento para atacar o histórico de intervenções americanas em seu país e no restante da América Latina. Citando episódios que ocorreram a partir da guerra de independência da Espanha, no fim do século XIX, o líder cubano acusou os EUA de apoiarem ditadores, usurparem o território onde está a base de Guantánamo e imporem um embargo que viola o direito internacional. Raúl ressaltou que Obama não tem responsabilidade por esses acontecimentos, inclusive pelo embargo, e o definiu como honesto. “Dez presidentes dos EUA têm dívidas com Cuba, mas não o presidente Obama”, disse.

“Nossos países (EUA e Cuba) têm uma longa e complicada história, mas nós estamos dispostos a avançar. Nós vamos concordar em algumas coisas. Em relação a outras, vamos discordar. Devemos abrir nossas embaixadas, devemos visitar um ao outro.”

BRASIL NA CÚPULA

Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

  • BRASIL-EUA:

No sábado, durante a reunião bilateral entre EUA e Brasil, a presidente Dilma Rousseff anunciou a data de sua visita aos Estados Unidos: 30/06/2015.

No encontro, Dilma ouviu uma espécie de pedido de desculpas do presidente Barack Obama, ainda que não tradicional.

Vale lembrar: A viagem de Dilma a Washington será uma visita de trabalho, e não a visita de Estado, como a que estava marcada para ocorrer em outubro de 2013. Essa visita foi cancelada depois do vazamento das informações de que a presidente havia sido espionada pela Agência de Segurança Nacional americana. Desde então, as relações bilaterais entre Brasil e Estados Unidos estavam abaladas. O Diálogo de Parceria Global (DPR), entre o chanceler brasileiro e o secretário de Estado, não ocorre desde 2013. Da mesma forma, não tem havido o Diálogo de Energia e o Diálogo de Defesa, todos no âmbito ministerial. O último presidente brasileiro a fazer uma visita de Estado aos Estados Unidos foi Fernando Henrique Cardoso. Os Estados Unidos só recebem três visitas de Estado por ano.

O que Dilma disse sobre a relação BRASIL-EUA?

“O governo americano não disse só para o Brasil, mas disse para todos os países do mundo que os amigos, os países irmãos não seriam espionados. E também tem uma declaração do presidente Obama: ele falou que quando quiser saber qualquer coisa (do Brasil), ele me liga. Eu não só atendo, como fico muito feliz quando ele liga.”

“Nos temas da nossa discussão bilateral focamos em mudança do clima, energias, baterias, etanol e também uma cooperação muito forte na área de ciência e tecnologia, inovação e em defesa”.

Dilma revelou que o Brasil quer retomar a discussão sobre o acordo Open Skies, que amplia a entrada de empresas americanas de aviação civil no Brasil, e vice-versa, e também obter cooperação, por exemplo, na área de energia solar, e em programas de ensino superior.

  • BRASIL SOBRE A REAPROXIMAÇÃO EUA-CUBA:

O que a presidente Dilma Rousseff disse?

Dilma elogiou a decisão de Barack Obama e Raúl Castro, agradeceu igualmente a contribuição do Papa Francisco, para que essa aproximação se realizasse, mas cobrou o fim do embargo econômico contra Cuba e criticou as sanções contra a Venezuela, ambos estabelecidos pelos americanos.

“Com aplauso de todos líderes presentes nesse encontro, os dois presidentes deram uma prova do quanto se pode avançar quando aceitamos os ensinamentos da história e deixamos de lado preconceitos e antagonismos que tanto afetaram nossa sociedade”.

“Estamos seguros de que outros passos serão dados, como o fim do embargo [econômico] que há mais de cinco décadas vitima o povo cubano e enfraquece o sistema interamericano. Aí sim, continuaremos construindo as linhas que pautarão nosso futuro e estaremos sendo contemporâneos de nosso presente”, afirmou durante a primeira sessão plenária da cúpula.

Leia mais: Dilma Rousseff elogia coragem de Raúl Castro e Obama e defende fim do embargo a Cuba

  • BRASIL SOBRE QUESTÃO VENEZUELANA:

“Não se trata de uma ameaça. Você pode discordar, mas não pode tratar a Venezuela como uma ameaça nesta proporção, porque eles não são. Acho que tem que construir uma saída e o Brasil é parte (dessa solução)”, disse, citando a comissão de chanceleres da União de Nações Sul-Americanas. “Nós temos o objetivo de construir um diálogo entre o governo e a oposição, para que não haja ruptura democrática na Venezuela, porque não vai beneficiar ninguém no continente. Vai ser uma guerra, um conflito que rompe com a democracia. Queremos que se faça um acordo.”

  • BRASIL E FACEBOOK:

Na sexta, Dilma encontrou-se com Mark Zuckerberg, fundador do Facebook. Após o encontro, ela anunciou uma parceria do governo brasileiro com a rede social. O projeto é inspirado em uma iniciativa do Facebook mantida no bairro Heliópolis, em São Paulo. No laboratório da rede social aberto em São Paulo, a ideia é estimular os pequenos comerciantes a anunciarem os seus serviços na internet. Os detalhes da nova iniciativa devem ser debatidos novamente em junho, quando Mark Zuckerberg deve vir ao Brasil para debater o projeto e a forma de financiamento.

Zuckerberg também anunciou o novo projeto para outros países. A ideia prevê que cerca de três mil milhões de pessoas em áreas emergentes ao redor do mundo tenham acesso à Internet. Três países africanos — Tanzânia, Zâmbia e Quênia — já contam com a ferramenta. Na América Latina, também foram escolhidos Colômbia, Guatemala e Panamá.

Leia mais: Presidenta Dilma anuncia parceria do governo brasileiro com o Facebook

  • BRASIL E ENCONTROS BILATERAIS + FORO EMPRESARIAL:

Na sexta (10/04), a presidente cumpriu uma extensa agenda de encontros bilaterais com os presidentes Enrique Peña Nieto, do México; Juan Manuel Santos, da Colômbia; e Cristina Kirchner, da Argentina, com quem abordou a situação política e econômica da América Latina. Além disso, Dilma reuniu-se também com o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e com o presidente do Facebook, Mark Zuckerberg.

A presidente também participou do painel do Foro Empresarial das Américas – Unindo as Américas: Integração Produtiva para o Desenvolvimento Inclusivo. No foro, Dilma disse que o Brasil está pronto para fazer um acordo, dentro do Mercosul, com a União Europeia, além de defender uma maior integração econômica regional, “com maior abertura comercial e, também, uma abertura grande aos investimentos inter-regionais”.

Leia mais: Dilma defende acordo Mercosul-União Europeia e maior abertura comercial nas Américas

No sábado (11/04), Dilma também teve um encontro com o presidente holandês, Mark Rutte. Eles abordaram vários assuntos como o programa Ciências Sem Fronteiras, o Marco Civil da Internet, a Conferência Internacional de Segurança Cibernética, as mudanças climáticas e a compra da BG, empresa de energia britânica que explora petróleo do pré-sal, pela holandesa Shell.

  • BRASIL CONTRA A XENOFOBIA:

No sábado (11/04), Dilma enfatizou a crítica contra a xenofobia.

“Sigamos no sentido oposto ao da xenofobia e da intolerância, ascendentes em diversas partes do mundo. Temos que impedir que isso se caracterize como a tendência dominante aqui na América Latina. Não podemos aceitar nem a xenofobia nem a intolerância”, disse.

Leia mais: Presidenta critica xenofobia crescente no mundo

VENEZUELA NA CÚPULA

No domingo (05/04), o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, informou que 8 milhões de assinaturas já tinham sido coletadas na campanha por um pedido de revogação do decreto em que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, declarou a Venezuela como um a ameaça.

Na segunda (06/04), o Ministro das Relações Exteriores do Uruguai, Rodolfo Nin Novoa, disse que o governo uruguaio está muito preocupado com a situação na Venezuela, que, segundo ele, estaria vivendo um período similar ao iniciado em 1973, no Uruguai, com a ditadura militar. “Há mais de 30 anos, o Uruguai viveu as mesmas condições que parte dos venezuelanos está vivendo hoje”, disse.

Na terça (07/04), Benjamin Rhodes, membro do Conselho de Segurança Nacional (CSN) dos Estados Unidos, admitiu que a Venezuela não constitui uma ameaça para os EUA. De acordo com Rhodes, essa definição não passa de uma fórmula burocrática.

Na cúpula, Caracas tentou incluir três parágrafos condenando as sanções americanas contra o país. Foi a terceira vez que reunião não teve declaração final, já que a exigência da Venezuela para condenar EUA impediu um documento final da Cúpula das Américas. (Fonte: Estadão)

O que o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, disse?

“Não entre para a história como George W. Bush, que entrou para a história apoiando o golpe contra o comandante (Hugo) Chávez” em relação ao presidente Obama, que não estava no plenário no momento, porque participava de reuniões bilaterais com outros líderes.

Vale lembrar: A principal fonte de críticas a Obama foi o decreto no qual ele classifica a Venezuela como uma ameaça à segurança nacional de seu país. Washington defende que a linguagem é um requisito legal para a imposição de sanções contra sete líderes chavistas acusados de violação de direitos humanos, mas não reflete qualquer intenção de agredir o país.

EQUADOR NA CÚPULA

O que o presidente equatoriano, Rafael Correa, disse?

“A alegria não pode ser completa. Continua o bloqueio e (falta) a devolução de Guantánamo”

ARGENTINA NA CÚPULA

O que a presidente argentina, Cristina Kirchner, disse?

A presidente pediu aos EUA “mais sinceridade” e que se discutisse o tema do narcotráfico “levando em consideração quem consome as drogas produzidas na América Latina e quais são os bancos que lavam o dinheiro do crime organizado.”

BOLÍVIA NA CÚPULA

O que o presidente boliviano, Evo Morales, disse?

O presidente reforçou que a história não poderia ser esquecida. “Obama diz que quer ajudar Cuba, mas o que ele tem de fazer é ressarcir os danos causados pelo embargo.” Em entrevista coletiva ao final da reunião, Morales acrescentou que o decreto contra a Venezuela era “contra toda a América Latina”, também exigindo sua revogação.

Leia mais: Cúpula no Panamá expõe disputa de potências por rota marinha 


ORIENTE MÉDIO

IRÃ

Na quinta (09/04), em discurso transmitido pela televisão estatal, o presidente iraniano Hassan Rohani disse que o país assinará o acordo nuclear apenas se todas as sanções impostas ao país forem levantadas no mesmo dia.

Também na quinta, o líder supremo iraniano, Ali Khamenei, afirmou não ser “nem a favor e nem contra” o acordo de princípios alcançado na Suíça porque “os detalhes” da negociação ainda não são conhecidos. Essa foi a primeira manifestação pública de Khamenei sobre o assunto.

Vale lembrar: O Irã e as potências chegaram a um acordo preliminar na semana passada na cidade suíça de Lausanne que visa restringir o trabalho atômico de Teerã, em troca da retirada das sanções econômicas e financeiras impostas ao país.

Análises:

ISRAEL

No domingo (05/04), Israel listou requisitos específicos que gostaria que estivessem em qualquer acordo final com o Irã relacionado ao programa nuclear do país. O ministro israelense de Inteligência e Assuntos Estratégicos, Yuval Steinitz, apresentou um rol de alterações desejadas pelo governo para um acordo final, a ser firmado em 30 de junho. Segundo ele, essas mudanças tornariam o pacto “mais razoável”.

Leia mais: Israel apresenta uma lista para o ‘pacto ideal’ com o Irã

SÍRIA

Na quarta (08/04), o Ministério de Relações Exteriores do Brasil publicou nota sobre a situação no campo de refugiados palestinos Yarmouk, na qual diz que apoia os esforços empreendidos pela UNRWA, de cujo Comitê Consultivo o Brasil é membro desde dezembro de 2014, no alívio da situação humanitária enfrentada pelos refugiados na região. Em outro comunicado, o governo brasileiro demonstrou satisfação com a segunda rodada do “Diálogo de Moscou”. O diálogo intra-sírio, patrocinado pela Rússia, foi realizado de 6 a 9 de abril.

ÁFRICA

QUÊNIA

No domingo (05/04), o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Quênia, Mwenda Njoka, informou que Abdirahim Abdullahi, filho de um funcionário do governo, foi um dos homens armados e mascarados que mataram cerca de 150 pessoas na Universidade de Garissa, na semana passada.

ÁSIA

CHINA

Na quinta (09/04), o país revelou que as ilhas que o país está criando no mar do Sul da China poderão ser usadas para a defesa militar, além de servirem para projetos civis que iriam ainda beneficiar outros países.

Leia mais: China diz que ilhas artificiais em área disputada poderão ter papel militar

EUROPA

GRÉCIA

Na terça (07/04), o governo grego afirmou que a Alemanha deve ao país quase 279 bilhões de euros (R$ 945 bilhões) em reparações pela ocupação nazista durante a Segunda Guerra Mundial. Foi a primeira vez que a Grécia calculou oficialmente o quanto acredita que a Alemanha lhe deva por conta das atrocidades e saques cometidos pelos nazistas nos anos 1940. A Alemanha, por sua vez, alegou que a reparação monetária já foi resolvida anos atrás.

Vale lembrar: Atualmente, a Alemanha é um dos grandes credores da Grécia. As relações dos dois países pioraram nos últimos anos devido à crise financeira. A Alemanha é uma das principais financiadoras dos pacotes de resgate, que desde 2010 tentam evitar o colapso financeiro da Grécia. Em fevereiro, o governo grego conseguiu uma extensão de quatro meses para o pacote de 240 bilhões de euros (cerca de R$ 794 bilhões) depois de uma negociação tensa com os credores, e agora o presidente Alexis Tsipras tenta renegociar o pagamento.

Na quinta (09/04), a Grécia fez o pagamento crucial ao FMI (Fundo Monetário Internacional) de € 450 milhões e obteve um empréstimo de emergência adicional para seus bancos, mas ainda não ficou claro se Atenas conseguirá satisfazer seus credores, incrédulos a respeito de suas reformas econômicas, antes de o país ficar sem dinheiro.

Leia mais: A Alemanha deve mesmo quase R$ 1 tri à Grécia por causa da 2ª Guerra?


Rafaela_Marinho_01*Rafaela Marinho – Jornalista formada pela Escola de Comunicação (ECO) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Possui experiência em veículos da mídia, como a revista “EXAME”, da Editora Abril, e o jornal “O Globo”, bem como interesse na cobertura de assuntos econômicos, das relações internacionais e da diplomacia brasileira.

Anúncios

2 Respostas para “Seleção de Notícias #6: Semana 05/04 a 12/04

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s