Empreendedorismo nas Relações Internacionais

Imagem: Google Images / Notice Center

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Por Lucas Lopes*

Após um certo hiato aqui no blog, venho trazer algumas reflexões para você, atuante (ou não) na seara das Relações Internacionais, sobre os caminhos da diplomacia. Deveras, nesse meio de incertezas onde a esperança maior é de que o concurso de 2015 do IRB saia o quanto antes, o momento mais aparenta de um barco à vela sem ventos que o impulsionem.

Para muitos (incluindo a mim), o Itamaraty é o suprassumo daqueles que percorrem os pretensos caminhos das Relações Internacionais. Não demora muito para encontrar diversos “memes” e piadas sobre “o que faz um estudante de RI”? Nesse meio ligeiramente turvo, empreender pode ser os remos que faltam ao seu barco. Mas o que poderíamos definir este termo?

Empreendedorismo, mesmo sendo um conceito de ampla interpretação subjetiva, pode ser entendido pelas palavras do estudioso Robert D. Hisrich, em seu livro “Empreendedorismo”. Segundo ele, “empreendedorismo é o processo de criar algo diferente e com valor, dedicando tempo e o esforço necessários, assumindo os riscos financeiros, psicológicos e sociais correspondentes e recebendo as consequentes recompensas da satisfação econômica e pessoal”. E a sua principal força motriz – o empreendedor – pode ser compreendido através das palavras de Pedro Passos (Natura) no site da Endeavor: “(…) apaixonado por uma ideia e corre atrás dela. Ele tem que ter brilho nos olhos e vontade de fazer, mesmo que seja a segunda, terceira, quarta iniciativa.”

Mas, afinal, o que eu (leitor[a] e quem vos escreve) e as Relações Internacionais com isso? Certamente deve haver diversos planos e projetos interessantes com impacto guardados na gaveta ou na cabeça ou, também, áreas pouco (ou mal) exploradas do mercado de RI que apenas esperam certa dose de planejamento, know how e coragem para arriscar tirar do mundo das ideias e transpor ao mundo real. Não está na hora de rever os meios como vem agindo até hoje? Certamente, a paixão pelas Ris você já deva ter.

Para finalizar, convido aos que ficaram até aqui ler algumas lições ensinadas pelo Flávio Augusto, o empreendedor da Geração de Valor (e não se esqueçam que o e-Internacionalista, fruto do idealismo da Patricia Galves Derolle é um exemplo de sucesso em empreendedorismo na seara das Relações Internacionais, bem como o projeto do Clipping CACD voltado aos que almejam o Itamaraty).

Até a próxima!


Foto - Lucas Macedo* Advogado. Bacharel em Direito pela Universidade de Fortaleza – UNIFOR (2014). Especializando Lato Sensu em Direito Processual Civil (UNIFOR). Especializando Lato Sensu em Direito e Relações Internacionais (UNIFOR). Especializando Lato Sensu em Relações Internacionais (DAMÁSIO). Especializando Lato Sensu em Estudos Diplomáticos (CEDIN). Membro da Comissão de Direito Internacional da OAB-CE e Membro da Comissão de Direito Marítimo, Portuário, Aeroportuário e Aduaneiro da OAB-CE.

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